Glossário

**Glossário:**

[está sendo desenvolvido]

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Aprendizagem-ensino-aprendizagem:  [ a “não-educação”]

Cocriação (interação/colaboração/participação) – cocriações interativas  http://net-hcw.ning.com/group/glossario-contextual/forum/topics/co-criacao

Commons – ‘bens comuns’ – recursos possuídos e compartilhados por uma comunidade de indivíduos denominados commoners. É um termo da área da economia, sem tradução para o português (?), tradicionalmente utilizado para designar recursos naturais – como florestas, rios, e atmosfera – porém, desde a década de 1990 tem sido revisitado para abranger recursos informacionais e/ou digitais – como Software e a própria Internet. Seu estudo é focado nos aspectos de governança e sustentabilidade dos recursos compartilhados, assunto esse que figura entre os laureados com o Prémio Nobel de Economia, compartilhado por Elinor Ostrom e Oliver Williamson, no ano de 2009  https://pt.wikipedia.org/wiki/Commons
Commons vs Commodities – no site da P2P Foundation
Economics and Commons – commonsandeconomics.org/

Complexidade(s) e (sistemas complexos): http://pt.wikipedia.org/wiki/Complexidade   http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistemas_complexos
sistema – http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistemas
teoria de sistemas – http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_dos_sistemas
teoria do caoshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_do_caos

Convivências glocais: um outro termo, e desvinculado de definições e conceitos anteriores, para comunidades. Supõe-se pessoas que con-vivem localmente, mas que acompanham ações globais.

Cultura digital: http://en.wikipedia.org/wiki/Digital_culture

Cultura hackerhttp://en.wikipedia.org/wiki/Hacker_(programmer_subculture)

[software livre – código aberto (open source) – http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%B3digo_aberto ]

Dragon Dreaming: um sistema integrado, originalmente desenvolvido por John Croft (um dos fundadores da Fundação Gaia da Austrália Ocidental), com uma abordagem sistêmica para elaboração e gestão de projetos sociais e para o planejamento participativo consensual em organizações, no campo das Comunidades de Desenvolvimento Econômica e Ecologicamente Sustentáveis. http://www.dragondreamingbr.org/portal/

Ecologiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Ecologia

Economia:
economia criativa – https://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_criativa
economia solidária – https://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_solid%C3%A1ria
economia compartilhada –
moedas sociais – https://pt.wikipedia.org/wiki/Moeda_social
bancos comunitários – Banco Palmas e Banco União Sampaio
microcrédito –  https://en.wikipedia.org/wiki/Microcredit

Ecossistema: Por uma definição biológica, diz-se de uma comunidade de organismos vivos (plantas, animais e micróbios) em conjunto com os componentes não-vivos do seu ambiente (coisas como água, ar e solo mineral), interagindo como um sistema. Estes componentes são considerados como estando ligados através de ciclos de nutrientes e fluxos de energia. Como ecossistemas são definidos pela rede de interações entre os organismos e entre os organismos e seu ambiente, eles podem ser em qualquer tamanho, mas geralmente englobam espaços específicos e limitados (embora às vezes se considere que o planeta inteiro é um ecossistema).[ fonte – http://en.wikipedia.org/wiki/Ecosystem   http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecossistemas  ]
No nosso caso, um ecossistema será uma comunidade temporária formada pelos empreendedores sociais, pelos investidores sociais e a interação entre eles, e seu contexto e seu entorno.

Empreendedorismo: Aqui estão definições que não abrangem muitos dos conceitos de P2P, mas pode ser útil a vários e ser uma leitura crítica dos conceitos: http://pt.wikipedia.org/wiki/Empreendedorismo  e  http://pt.wikipedia.org/wiki/Empreendedorismo_social . Principalmente por que um empreendedor que atue no setor 2 ½ é mais que um empreendedor social.

Empreendedor Social: Um empreendedor que aponta tendências e traz soluções inovadoras para problemas sociais e ambientais, seja por enxergar um problema que ainda não é reconhecido pela sociedade e/ou por vê-lo por meio de uma perspectiva diferenciada. Por meio da sua atuação, ele (a) acelera o processo de mudanças e inspira outros atores a se engajarem em torno de uma causa comum. [fonte : http://www.ashoka.org.br/visao/empreendedorismosocial/ ]

Empreendedorismo social /empreendedorismo servidor: no empreendedorismo social, primeiramente visa-se a coletividade, o social; no empreendedorismo servidor, visa-se primeiro a pessoa-empreendedor, para que depois esta mesma pessoa-empreendedor, que passou por um profundo processo de auto-percepção (‘auto-conhecimento’), possa atingir o coletivo.

Escola de Redes: Uma rede de pessoas dedicadas à investigação sobre redes sociais e à criação e transferência de tecnologias de netweaving.   http://escoladeredes.net/

FAB Lab:  http://fablabbrasil.org/     http://fablabsp.org/fablabsp/

Faça você mesmo: (‘do it yourself’) [ aqui mais no sentido de “não espere os outros fazerem por você” e “não espere os outros, comece você”]

Fractais: http://pt.wikipedia.org/wiki/Fractal

Ganha-ganha: em lugar do ganha-perde ou do perde-perde http://www.dragondreamingbr.org/portal/index.php/2012-10-25-17-02-40/fichas-tecnicas/103-17-organizacoes-de

Geometria fractal: http://pt.wikipedia.org/wiki/Geometria_fractal

Glocalização – glocal:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Glocaliza%C3%A7%C3%A3o  e http://net-hcw.ning.com/group/glossario-contextual/forum/topics/glocal

Duas definições na wikipedia:

(1) Glocalization (a portmanteau of globalization and localization) is a term denoting the adaptation of a product or service specifically to each locality or culture in which it is sold. It is similar to internationalization. The term “glocalization” is a newly coined blend of globalization and localization refers to a concept to describe individual, group, organization, product or service that reflects not only global standard but also local one.
(2) Glocalização é um neologismo resultante da fusão dos termos globalização e localização. Refere-se à presença da dimensão local na produção de uma cultura global.
O “local” foi definido por Manuel Castells como os “nós” – nós de valor acrescentado aos fluxos econômicos e lugares de vida social. Segundo Paul Soriano, no “glocal, ” o “local” representaria os “nós” da rede global e integra as resistências mas também as contribuições das formações identitárias locais e regionais à globalização.

Um resumo rápido: na (1), o global se sobrepõe ao local. Na (2), o local se sobrepõe ao global.
** [comentários: A (1) parece definição de teorias administrativas que contempla cenários do passado. Fico com a (2), dá para projetar cenários interessantíssimos com ela. ]

 

Ideia Social: Uma ideia social deve contemplar soluções para uma determinada população/comunidade, levando em conta sua situação histórico-social-cultural.

Interaçãohttp://net-hcw.ning.com/group/glossario-contextual/forum/topics/interativo

Investidor Social: alguém que investe seguindo parâmetros do empreendedorismo social.

Mundos interconectados:  http://net-hcw.ning.com/page/gloss-rio-contextual e http://net-hcw.ning.com/group/glossario-contextual/forum/topics/highly-connected-worlds

Modelo ‘crowd’ –  São coletivos não identitários que se configuram na temporalidade do momento, em função da materialização de uma realização/desejo/projeto/criação, exercendo de forma consciente, ou não, uma força cocriativa de uma meta-inteligência não-autoral, dissensual & diversificada. Você(s) participa de algo/aprende-ensina algo/financia algo para outro você(s). Do ‘povo’ para alguém(ns), de alguém(ens) para o ‘povo’. Supõe-se cada vez menos ‘intermediações’ como controle de fluxos e cada vez mais intermediações como facilitadores de fluxos [em rede(s)].

Modelo P2P :  É um modelo de não-intermediação & representação onde através de trocas diretas, interativas entre pessoas/para pessoas, gera-se todo tipo de riqueza & conhecimentos cujo usufruto já nasce compartilhado & distribuído (sharing economy). Supõe que seja sempre entre pares, não ‘mais que’ e nem ‘menos que’. E supõe uma intensa ação em  commons. Supõe-se cada vez menos ‘intermediações’ como controle de fluxos e cada vez mais intermediações como facilitadores de fluxos [em rede(s)].  http://p2pfoundation.net/

Negócio/Empreendimento/Empresa Social: Para os empreendedores que atuam a este nível, dois conceitos são fundamentais. Um é a noção de que a missão social é central e explícita. O outro é de que a riqueza é um meio para um determinado fim.

“Organizações de centro vazio” [não-hierárquicas] (Dragon Dreaming):  http://www.dragondreamingbr.org/portal/index.php/2012-10-25-17-02-40/fichas-tecnicas/103-17-organizacoes-de-centro-vazio.html

Pessoas ‘comuns’ : http://net-hcw.ning.com/group/glossario-contextual/forum/topics/pessoa-comum

Permacultura: http://en.wikipedia.org/wiki/Permaculture

Ponto de suficiência: [De quanto preciso para me realizar como pessoa/organização? Nem menos e nem mais (na relação com dinheiro e demais recursos).]
http://simplesefrugal.wordpress.com/2012/11/21/o-quanto-e-suficiente/

Redes:
‘animação em rede’ (netweavers)  – http://www.slideshare.net/augustodefranco/como-se-tornar-um-netweaver  e   http://net-hcw.ning.com/group/glossario-contextual/forum/topics/netweaving
rede (topologia e topografias de redes) – http://pt.wikipedia.org/wiki/Topologia
fluxos (não obstrução de fluxos) – http://escoladeredes.net/group/co-criacao/forum/topics/o-que-estamos-aprendendo-com-a-cocriacao-interativa
não-hierarquia –  http://www.slideshare.net/augustodefranco/hierarquia-a-matrix-realmente-existente

Setor 2 ½:  basicamente negócios sociais que geram lucro, com foco no “ganha-ganha” e no ponto de suficiência . Nem um e nem outro: não segundo setor, nem o terceiro.
http://www.pagina22.com.br/index.php/2013/04/23-25/
http://www.doisemeio.com/setor_conceito.asp
http://youngconnection.files.wordpress.com/2011/06/connexio_2011.pdf

Setor 0: o ‘glocal’. http://pagina22.com.br/index.php/2012/08/por-um-setor-zero/

Sustentabilidade: habilidade de sustentar ou suportar uma ou mais condições, exibida por algo ou alguém. É uma característica ou condição de um processo ou de um sistema que permite a sua permanência, em certo nível, por um determinado prazo. Ultimamente este conceito tornou-se um princípio, segundo o qual o uso dos recursos naturais para a satisfação de necessidades presentes não pode comprometer a satisfação das necessidades das gerações futuras, e que precisou do vínculo da sustentabilidade no longo prazo, um “longo prazo” de termo indefinido, em princípio. O princípio da sustentabilidade aplica-se a um único empreendimento, a uma pequena comunidade (a exemplo das ecovilas), até o planeta inteiro. Para que um empreendimento humano seja considerado sustentável, é preciso que seja: ecologicamente correto; economicamente viável; socialmente justo; culturalmente diverso. http://pt.wikipedia.org/wiki/Sustentabilidade

Transdisciplinaridade: http://mthamaral.com.br/mth/a-transdisciplinaridade/#more-238

Wiki:  a ideia básica de wikis é o compartilhamento de conhecimento.

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Um glossário escrito por Augusto de Franco aqui: http://net-hcw.ning.com/group/glossario-contextual/forum

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3 opiniões sobre “Glossário

  1. Pingback: Mercenário ou missionário?

  2. Pingback: Um evento sobre “NEGÓCIOS EM TRANSIÇÃO” | MTH - Maria Thereza do Amaral

  3. Pingback: 30% e 70% – Depósito de Textos

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